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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Entrevista de emprego

Uma grande empresa multinacional, do ramo de auditoria, estava recrutando jovens executivos para assumir uma vaga do que eles chamam de trainne (segundo a Wikipedia "um tipo de cargo dentro da estrutura hierárquica de uma empresa onde o desenvolvimento profissional do funcionário é incentivado").
Apareceram quatro interessados.
E a conversa foi a seguinte:

Candidato, formado na USP (Universidade de São Paulo):
Diretor - Qual é a coisa mais rápida do mundo? 
Candidato - Ora, é um pensamento. 
Diretor - Por quê? 
Candidato - Porque um pensamento ocorre quase instantaneamente. 
Diretor - Muito bem, excelente resposta. 

Candidato formado na PUC (Pontifícia Universidade Católica):
Diretor - Qual é a coisa mais rápida do mundo? 
Candidato - Um piscar de olhos. 
Diretor - Por quê? 
Candidato - Porque e tão rápido que as vezes nem vemos. 
Diretor - Ótimo! 

Candidato formado na UNICAMP (Universidade de Campinas):
Diretor - Qual é a coisa mais rápida do mundo? 
Candidato - A eletricidade. 
Diretor - Por quê? 
Candidato - Veja, ao ligarmos um interruptor, acendemos uma lâmpada a cinco quilômetros de distância instantaneamente. 
Diretor - Excelente!

Candidato fazendo curso na UTB (Universidade de Timbaúba dos Batistas, Rio Grande do Norte):
Diretor - Qual é a coisa mais rápida do mundo? 
Candidato - Uma diarréia... 
Diretor - Como assim ? Você está brincando rapaz? Explique isso direito... 
Candidato - Isso mesmo. Ontem à noite eu tive uma diarréia tão forte, que antes que eu pudesse pensar, piscar os olhos ou acender a luz, já tinha me cagado todo... 
Diretor - O emprego é seu!

CONCLUSÃO: Fundamento técnico e cálculo não é tudo. O mercado precisa é de quem entende de cagadas.

Escolha o seu inferno

O  infeliz pecador morreu e foi parar na porta do Inferno.
Lá, um capetinha auxiliar fez a seguinte pergunta:
- Você quer ir pro inferno brasileiro ou pro inferno americano?
E o lascado pergunta:
- Qual é a diferença?
- Bom, existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro você terá que comer uma lata de três quilos de fezes no café da manhã, outra no almoço e a saideira no jantar. Depois, o diabo te espeta enquanto te leva ao fogo infernal, pois é lá que você irá passar as noites. No inferno americano é igual, só que, ao invés de uma lata fezes, você terá que comer somente uma colherinha de chá nos mesmos horários.
O caba não pensou duas vezes e foi correndo pro inferno americano.
Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes.
Enquanto isso, no outro lado do muro, o pagode rolava solto, muitas mulatas, muito samba no pé, gargalhadas, enfim, uma festa muito animada.
Não se contendo, o infeliz sobe no muro e chama alguém.
- Oi! Como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come uma colherinha de merda e vive triste, enquanto vocês, que comem várias latas de três por dia, tão nessa alegria toda.
- Bom, cara, se toca...essa porra aqui é Brasil. Na segunda falta lata, na terça falta merda, na quarta o diabo não vem, na quinta é feriado, na sexta falta lenha para o fogo, no sábado é farra, no domingo é descanso, na outra semana nada funciona...

A origem de alguns Ditados Populares

DA PÁ VIRADA
A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita.
NHENHENHÉM
Nhen, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".
VAI TOMAR BANHO
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".
ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, Capitão de Regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: “Nós somos brancos, cá nos entendemos”.
A DAR COM O PAU
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como "A arte de amar "e "Metamorfoses", que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: "A água mole cava a pedra dura". É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio, portugueses e brasileiros.
NÃO VI NADA, NÃO SEI DE NADA
É a mais usada pelos políticos brasileiros corruptos.

Pérolas da velhice

Os dois velhinhos, um homem e uma mulher, vão ao escritório de um advogado para que seja preparado o divórcio.
O advogado, vendo-os assim tão idosos, pergunta porque eles farão isso nessa idade tão avançada.
Determinada a se separar, a velhinha diz:
- Veja doutor, é que ele tem, com muitos esforços, uma única ereção no ano e...
O velhinho super nervoso interrompe a esposa, e diz:
- E ela quer que eu desperdice logo com ela.
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Um casal octogenário está começando a ter problemas de memória.
Eles vão ao médico para ser examinados.
O medico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas.
À noite, quando estão os dois assistindo TV, o velhinho levanta e a mulher pergunta:
- Onde você vai?
- À cozinha.
- Você não quer me trazer uma bola de sorvete?.
- Lógico!
- Você não acha que seria bom escrever isso no caderno?
- Ah, vamos! Qualé? Eu vou me lembrar disso!
- Então coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer.
- Eu lembro disso, você quer uma bola de sorvete com calda de morango.
- Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantilly em cima! Mas lembre-se do que o médico nos disse... escreva isso no caderno!
Irritado, o velhinho exclama:
- Eu já disse que vou me lembrar!!
Em seguida vai para a cozinha.
Depois de uns vinte minutos, ele volta com um prato com uma omelete.
A mulher olha para o prato e diz:
- Eu não disse que você iria esquecer? Cadê a torrada?

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Quando o marido finalmente morreu, a esposa colocou um anúncio no jornal informando que ele havia falecido de gonorréia.
Logo que o jornal foi distribuído, um amigo da família telefonou e protestou veementemente:- Você sabe muito bem que ele morreu de diarréia, e não de gonorréia!!!
A viúva respondeu:
- Eu cuidei dele noite e dia, portanto é lógico que eu sei que ele morreu de diarréia, mas eu achei que seria melhor que se lembrassem dele como um grande amante, ao invés do grande merda que ele sempre foi.

O barbudinho está pra chegar...

Ricardo está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:
- Ricardo, por que você não corta essa barba?
- Ah... se dependesse só de mim... Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba... ela me ama assim !
- Ora, querido, faça isso por mim, por favor...
- Não sei não, querida.... sabe, minha mulher me ama muito, não tenho coragem de decepcioná-la...
- Mas você sabe que eu também te amo muito... pense no caso, por favor...
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido.
Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.
Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com a sua voz sonolenta diz:
- Paulão!!! Seu louco, você ainda está aqui? Vai embora... O barbudinho já está pra chegar!!!

Papai-mamãe

O sujeito está conversando com um amigo na rua, quando uma mulher, loura, alta e linda o aborda: - Ei, Carlinhos! Lembra de mim?
E ele, empertigando-se todo:
- Huum, deixa-me ver. Já sei, Foi em Paris. 69?
- Nada disso! Responde ela, balançando a cabeça. Foi em Natal, um papai-mamãe bem mixuruca!

Insulto

Toda tarde, quando ele saía do trabalho e ia para o ponto de ônibus, passava um desconhecido de automóvel e gritava: - Ei, corno manso!
Depois de uma semana, o insultado começa a desconfiar e pede explicações à mulher.
- Não se preocupe, meu bem. É algum louco que faz isso em tudo quanto é ponto de ônibus.
No dia seguinte, o desconhecido do automóvel repete o insulto, com um acréscimo:
- Ei, corno manso! E além de corno, fofoqueiro...